ALUGA-SE TRATOR

ALUGA-SE TRATOR

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Tortuga é premiada como Excelência do Agronegócio na 10ª edição Nelore Fest, o Oscar da Pecuária

Há 55 anos de trabalho ao lado da pecuária, a Tortuga Companhia Zootécnica Agrária recebeu da Associação de Criadores de Nelore do Brasil (ACNB) o prêmio “Excelência do Agronegócio”, durante a Nelore Fest, o Oscar da Pecuária, considerada como uma das maiores festas do agronegócio nacional.
O evento foi realizado ontem, 14 de dezembro, no espaço Rosa Rosarum, em São Paulo, e reuniu mais de 500 pessoas, entre eles empresários, personalidades do agronegócio e criadores que se destacaram no segmento, em especial na raça Nelore.
O troféu Nelore de Ouro foi recebido por Max Fabiani, presidente da Tortuga, que estendeu a homenagem a toda sua equipe. Outro prêmio que merece destaque foi o de “Visão de Mercado”, concedido à Mitsuisal, por ser uma nova opção com qualidade para o produtor.
Além do Nelore de Ouro, a cerimônia celebrou a entrega de prêmio aos vencedores do 7º Circuito Boi Verde de Julgamento de Carcaças e a premiação do Ranking Nacional ACNB 2008/2009. Outra homenagem foi para os Campeões do Ranking Nacional de las Razas Cebuinas, da Bolívia.
Tradicional evento da pecuária brasileira, que marca a integração de toda a cadeia produtiva da carne e o encerramento do calendário anual de atividades da ACNB, o Nelore Fest é promovido pela ACNB e conta com o patrocínio da Tortuga Companhia Zootécnica Agrária.

Mapa mostra impactos climáticos de um mundo 4°C mais quente - Notícias Online - Seagri (22/12/2009)



Mapa mostra impactos climáticos de um mundo 4°C mais quente: O mapa destaca alguns dos impactos que podem ocorrer caso a temperatura média global aumente em 4°C acima dos níveis pré-industriaisCréditos: MetOfficeEstudo encomendado pelo Departamento de Energia e Mudanças Climáticas (DECC) do governo britânico ao Met Office Hadley Centre apresenta os principais impactos que seriam enfrentados ao redor do mundo caso não consigamos frear o aumento da temperatura em 2°C. O mapa destaca alguns dos impactos que podem ocorrer caso a temperatura média global aumente em 4°C acima dos níveis pré-industriais.
O estudo foi desenvolvido se baseando em cenários de emissões feitos pelo IPCC. Com base no nível de emissão, os cientistas do Met Office e instituições parceiras fizeram projeções do aumento de temperatura da Terra e os efeitos que essa elevação causaria.
O trabalho mostra que uma média de 4°C elevação de temperatura não irá se espalhar uniformemente pelo planeta. A terra irá se aquecer mais rapidamente que o mar, e as altas latitudes, particularmente o Ártico, terão elevações maiores de temperatura. A média da temperatura em terra será de 5,5°C acima dos níveis pré-industriais.
O mapa destaca os efeitos severos na oferta de água, produção agrícola, temperaturas extremas e seca, o risco de incêndios florestais e elevação do nível do mar.
EFEITOS NO BRASIL
No Brasil, a temperatura aumentará entre 5°C no litoral e 8°C no interior do país. Isto aumenta o risco de incêndios florestais, que além de mais frequentes serão mais difíceis de controlar. As colheitas das plantações dos principais cereais das principais áreas de produção mundial irão decair. Além disso, haveria uma diminuição de até 70% nos reservatórios de água.
Metade das geleiras do Himalaia será significantemente reduzida até 2050, o que levará 23% da população da China a ser privada da vital fonte de água do degelo durante a estação seca. Os impactos mostrados no mapa são apenas uma seleção daqueles que podem ocorrer.
O documento foi lançado no Museu de Ciência de Londres por David Miliband, ministro de Relações Exteriores do Reino Unido e Ed Miliband, ministro de Energia e Mudanças Climáticas, juntamente com o cientista-chefe do Reino Unido, John Beddington.

Setor de laticínios cresce em 2009 e mante´m ritmo em 2010



Notícias Online - Seagri (22/12/2009)

Pesquisa divulgada pela sueca Tetra Pak Dairy Index aponta que o consumo de lácteos resistiu à crise econômica mundial e deve crescer 1,3% este ano, saindo de 259 bilhões de litros em 2008 para 263 bilhões de litros em 2009. Menos afetado pela crise mundial, o Brasil ampliou o consumo em 2,5%, para 10,3 bilhões de litros. Só na região Nordeste do país, o aumento foi de 20%, segundo a Tetra Pak. A pesquisa leva em conta o consumo mundial de leite e outros lácteos líquidos (como leite flavorizado, evaporado e condensado) refrigerados ou não.
Os mercados emergentes, como o Brasil, devem continuar puxando o crescimento do consumo do setor de lácteos. "Nosso país ocupa a sexta posição entre os maiores produtores de leite do mundo e apresentamos o maior potencial de crescimento. Além disso, já somos o quinto maior exportador do produto e temos grandes chances de nos tornar o primeiro. Para 2010, podemos nos preparar para novo crescimento, que será impulsionado pela recuperação do mercado e dos valores de exportações", avalia Rodrigo Alvim, presidente da Comissão Nacional de Pecuária de Leite da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).
Mesmo nos mercados desenvolvidos, onde a Tetra Pak esperava recuo de 1,2% no consumo este ano, houve aumento de 0,6% na demanda. "O consumo global não caiu porque os consumidores não deixaram de comprar lácteos, apenas optaram pelos produtos mais baratos da categoria", ressalta Rodrigo. Porém, ele ressalta que para os mercados desenvolvidos, é um desafio aumentar a produção, uma vez que além das questões geográficas, eles já apresentam o que há de mais moderno em termos de tecnologia.
"As chances do Brasil são maiores: possuímos clima tropical, sem o rigor dos invernos de clima temperado; somos o quinto maior país em extensão territorial, o que nos daria, caso fosse necessário, condições de expansão de área para produção; temos enorme potencial para aumentar a produtividade, sem ser necessário a inclusão de um único hectare a mais em área e temos a quinta maior população, garantindo um grande mercado doméstico", defende Rodrigo.
Some a isso o fato de a cadeia leiteira brasileira gerar cerca de 3,6 milhões de empregos diretos e indiretos. Trata-se de uma atividade com uso intensivo de mão-de-obra, fixando a população rural no campo. "Esses dados sinalizam que com melhorias na eficiência produtiva (manejo, genética e nutrição), será possível elevar a produção, de forma a nos colocar entre os primeiros produtores mundiais", argumenta.
Ainda segundo a pesquisa, enquanto a perspectiva é de que o consumo no Brasil aumente a uma média ponderada de 3% entre 2009 e 2012, a expectativa é de queda de 0,6% nos Estados Unidos e no Reino Unido (dois dos países mais afetados pela crise) e de recuo de 2,3% no Japão. Já para Índia e China, a perspectiva é de crescimento de 2,2% e 7,1%, respectivamente. Para o consumo global, a previsão da Tetra Pak é de um crescimento a taxa anual acumulada de 2,2% entre 2009 e 2012, conforme estimativas realizadas no início deste ano.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Fenagro 2009 já tem os grandes campeões da raça Nelore

Seagri (10/12/2009)

Mais de 400 animais da raça Nelore estiveram nas pistas de julgamentos do Parque de Exposições de Salvador (BA), durante a Feira Internacional do Agronegócio – Fenagro 2009. Os julgamentos terminaram na manhã deste sábado (5) e consagrou a Rima Agropecuária como uma das grandes vitoriosas da exposição.
A Grande Campeã da raça foi Grandiosa 9 da Marathaí, da Agropecuária Santa Bárbara. A reservada foi Jupiá III Ouro Fino da Ouro Fino Genética Animal. Entre os machos, os grandes campeões saíram da Rima Agropecuária. Lux Neogrego foi o Grande Campeão e Reservado foi Rima FIV Canavarro 2. O criatório também recebeu os prêmios de melhor expositor e criador da feira. “O segredo do sucesso da Rima está embasado em muitos investimentos em tecnologia e um bom manejo”, afirmou Bruno Vicintin, da Rima Agropecuária, que há três anos participa das pistas da Fenagro.
Confira abaixo todos os campeões da Raça Nelore na Fenagro 2009:
Grande Campeão Lux Neogrego – Rima Agropecuária
Reservado Rima FIV Canavarro 2 – Rima Agropecuária
Campeão Touro Sênior Lux Neogrego – Rima Agropecuária
Campeão Touro Jovem Boston FIV da EAO – EAO Empreendimentos Agropecuária e Obras
Campeão Júnior Maior Rima FIV Canavarro 2 – Rima Agropecuária
Campeão Júnior Menor Rastan FIV Comapi – Jorge Sayed Picciani
Campeão Bezerro Exame TE da Quilombo – Valdir Figueiredo
Grande Campeã Grandiosa 9 Marathaí – Agropecuária Santa Bárbara
Reservada Jupiá III Ouro Fino – Ouro Fino
Campeã Fêmea Adulta Elke FIV Ageo – Ageo Agropecuária
Campeã Fêmea Jovem Babilônia FIV Farofa – Miguel Pinto
Campeã Novilha Maior Grandiosa 9 Marathaí – Agropecuária Santa Bárbara
Campeã Novilha MenorTerina FIV de Garça – Pedro Novis
Campeã Bezerra Isla TE Jmil – Jorge Sayed Picciani

Fonte:Contato Com Com EstratégicaFlávio Benvenuto

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Adab implanta Sistema de Defesa Agropecuária em barreiras sanitárias fixas

Fornecer informações em tempo real, informatizar e monitorar o trânsito de produtos de origem animal e vegetal nas estradas baianas. Com este objetivo, a Secretaria Estadual da Agricultura, Irrigação e Reforma Agrária (Seagri), através da Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab), vai implantar o Sistema de Defesa Agropecuária (Sidagro) em 15 postos fixos de fiscalização do Estado.
Inicialmente o projeto funcionará em postos localizados nas divisas da Bahia com outros estados como Espírito Santo, Tocantins, Minas Gerais, Piauí, Pernambuco, Alagoas e Sergipe. A meta é implantar o Sidagro em todos os 43 postos fixos estrategicamente posicionados na Bahia até o próximo ano.
A Bahia possui a maior área de divisa do país, limitando-se a oito estados, o que implica em uma maior vulnerabilidade à introdução de pragas e doenças de importância econômica para a agropecuária. “Diante desse cenário temos que estabelecer condições favoráveis ao trabalho da defesa e utilizar ferramentas cada vez mais avançadas de controle e criar sistemas de fiscalização capazes de respaldar a qualidade da agropecuária baiana”, salienta o diretor geral da Adab, Cássio Peixoto.
O Estado conta hoje com 43 barreiras fixas e 22 móveis nas quais atuam 344 auxiliares de fiscalização. Recentemente, esses postos foram reestruturados e estão em conformidade com as determinações do Ministério da Agricultura. A Adab instalou oito novos containers equipados com computador, televisão, linhas telefônicas e toda infraestrutura necessária para o desenvolvimento das ações de controle do trânsito.
“Temos que garantir a proteção do patrimônio sanitário do estado, eliminando as incorreções do sistema de defesa e qualificando as equipes de campo”, ressalta o coordenador de Barreiras Sanitárias da Adab, Roberto Pacheco. Este ano cerca de 500 agentes foram capacitados para utilizar a ferramenta do Sidagro e desses, 120 atuarão nos postos fixos de fiscalização que integram o projeto piloto da Adab.
Fonte:Ascom/ Adab

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Rebanho bovino volta a crescer



O rebanho bovino do país voltou a crescer em 2008, após dois anos em queda, segundo informações divulgadas na sexta-feira (20) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O efetivo somou 202,2 milhões de cabeças, alta de 1,3% em relação a 2007. A maior parte, correspondente a 34,1% do total, estava concentrada na região Centro-Oeste. Mato Grosso firmou-se como o principal produtor, com 26 milhões de cabeças, o equivalente a 12,9% do total. Na comparação com 2007, houve alta de 1,3% no efetivo bovino do Estado.
O principal incremento foi detectado na Região Sul, onde houve crescimento de 4%, seguido por Norte (3,3%), Centro-Oeste (1,2%) e Nordeste (0,5%). Na região Sudeste, houve retração de 2%, com destaque negativo para São Paulo, que teve o rebanho encolhido em 5,1%. Segundo o IBGE, o gado paulista encolheu em cerca de 605.000 cabeças, em função da substituição das pastagens por canaviais.
Os dados fazem parte da PPM 2008 (Pesquisa da Pecuária Municipal), que mostra ainda um aumento de 5,1% no efetivo de frangos, em relação a 2007, totalizando cerca de 100 milhões de cabeças. Já o efetivo de suínos totalizou 36,8 milhões de cabeças, aumento de 1,6% na comparação com 2007. O IBGE identificou ainda alta de 5,5% na produção de leite, que somou 27,5 bilhões de litros em 2008. Esse resultado coloca o Brasil como o quarto maior produtor mundial, atrás de Índia, China e Rússia.


Fonte: Folha de Londrina