ALUGA-SE TRATOR

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quinta-feira, 30 de julho de 2009

Professor recebe prêmio por fertilizante orgânico

Diário Oficial do Estado (30/07/2009)

A qualidade e aplicação prática do projeto científico Elaboração de Adubo Ecológico à Base de Algas Marinhas e Restos de Pescado levou o professor e pesquisador Paulo Augusto Pinto, do Campus III, da Universidade do Estado da Bahia (Uneb), em Juazeiro, a conquistar o Prêmio da Fundação Espanhola CEL.
Desenvolvida por uma equipe de 11 pesquisadores vinculados à Escola Politécnica Superior de Lugo, da Universidade de Santiago de Compostela (USC) – incluindo o professor da Uneb, único brasileiro do grupo – , a pesquisa científica concorreu ao prêmio na modalidade Projetos de Investigação e Inovação Ligada à Empresa.
Sob coordenação da professora Maria Elvira Mosquera, o resultado do trabalho, desenvolvido entre abril de 2008 e abril de 2009, foi a produção de um fertilizante a partir de resíduos orgânicos originados pela empresa espanhola Pescados Rubén S.L, parceira no projeto.
A fundação considerou que o adubo desenvolvido pelo grupo de pesquisadores é mais eficiente para uso agronômico se comparado aos substratos químicos convencionalmente comercializados, e premiou os cientistas com um Diploma de Mérito, entregue no dia 29 de junho deste ano. A equipe também foi contemplada com uma premiação em dinheiro, no valor de 1,2 mil euros.
A Fundacão CEL é uma entidade sem fins lucrativos, criada no ano de 1997, pela Confederação de Empresários de Lugo, com o objetivo de fomentar o empreendedorismo e respaldar projetos empresariais como o do professor.
Mais informações no site
www.uneb.br

VACINAÇÃO BOVINOS


Fonte: site Seagri-Ba

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Arroba do boi cai 10% desde o início da crise

Valor Econômico (28/07/2009)

De outubro do ano passado até este mês, a arroba do boi gordo caiu 10,36% em São Paulo - praça de referência para preços -, de acordo com acompanhamento da Scot Consultoria. No mês que se seguiu ao agravamento da crise financeira global, a arroba tinha preço médio de R$ 91,87. A média neste mês, até ontem, ficou em R$ 82,35.
Do lado da oferta de bovinos, que continua escassa no país por conta do ajuste do ciclo de produção na pecuária, não haveria razões para um recuo tão significativo do boi, afirma Fabiano Tito Rosa, analistas da Scot. "Sem a crise, talvez o boi não tivesse caído", comenta o analista.
Mas a crise internacional derrubou a demanda por carne bovina no mercado externo - e também os preços da produto -, reduziu o crédito e atingiu em cheio frigoríficos brasileiros, que já vinham enfrentando dificuldades por conta da oferta apertada de bovinos para abate.
O efeito por aqui foi o fechamento de plantas de abate de bovinos ou até mesmo a saída temporária de empresas do mercado com o pedido de recuperação judicial, caso dos frigoríficos Independência, do Margen, do Arantes e do Quatro Marcos. Os três primeiros estão operando apenas parcialmente e o Quatro Marcos arrendou cinco unidades que operava para a JBS-Friboi.
Citando estimativas da Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo ), Tito Rosa observa que cerca de 50 unidades de abate de bovinos foram fechadas no país por causa da crise no setor. Essas unidades representam uma capacidade de abate de 9 milhões de cabeças por ano.
"A oferta de gado continua apertada. O preço não teria caído tanto se mais unidades industriais estivessem operando", afirma o analista. Para ele, apenas a partir do próximo ano é que a oferta de bovinos começará a se recompor no país.(AAR)

Brasil ocupa 4º lugar em ranking glogal

Folha de São Paulo (28/07/2009)

Principal exportador mundial de carne bovina em volume, o Brasil aparece como o quarto maior vendedor de gado vivo a outros países, de acordo com o Departamento de Agricultura dos EUA.
É superado pelos países que fornecem bovinos para engorda para os Estados Unidos -Canadá e México (primeiro e terceiro do ranking)- e pela Austrália (a segunda), que atende o Sudeste Asiático.
Para Péricles Salazar, da Abrafrigo, para se contrapor ao crescimento do embarque de "boi em pé", a indústria precisa de "novos nichos", levando ao consumidor produtos cada vez mais elaborados, e não peças inteiras, com pouco processamento.
José Vicente Ferraz, diretor da consultoria AgraFNP, concorda que a exportação do gado vivo pareça um "contrassenso do ponto de vista econômico", pelo custo mais alto do transporte. "Mas esse mercado existe, e o Brasil o atende", afirma.
Na disputa pela matéria-prima, Salazar considera crucial a edição da medida provisória que prevê a desoneração de 4,5% da cobrança do PIS/ Cofins para os frigoríficos que atuam no mercado interno. Prometida pelo Ministério da Fazenda, a MP ainda não foi publicada.

3ª CAVALGADA ECOLÓGICA DE POTIRAGUÁ




Realizada no ultimo dia 25 deste a reunião entre os integrantes da cavalgada, ficando decidida a data do próximo evento bem como o trajeto.
A data a se realizar será nos dias 6 e 7 de setembro de 2009, o percurso será com a saída de Potiraguá margeando o Corrego do Nado até a sua foz no Rio Pardo(tombo d’água).
A cavalgada que tem como tema a ecologia, ou seja, a preservação do meio ambiente está na sua 3ª edição e com calendário pré estabelecido, no ano 3 edições.
Procurando sempre salientar a importância da preservação do meio ambiente a equipe organizadora procura sempre parceiros e a cada evento temos encontrado apoio da comunidade e também de órgãos como EBDA, Colégio Democrático Anísio Teixeira, Secretaria do Meio Ambiente de Itapetinga, Secretaria de Agricultura de Potiraguá e FM de Itarntim, CCP e o mais importante, o apoio dos produtores onde na ocasião levamos informações sobre o quanto é significativo a preservação das matas , rios, nascentes,etc.
Estes parceiros colaboram com palestrantes, doação do espaço físico e equipamentos tecnológicos, mudas de plantas que são distribuídas durante o percurso e a divulgação do evento. Lembramos que não temos fins lucrativos.

OMS reconhece o erro e passa a chamar a gripe de H1N1


No dia 4 de maio, a Organização Mundial da Saúde (OMS) decidiu mudar o nome da gripe iniciada no México, que vinha sendo erroneamente chamada de “suína”. A partir desta data, diz a OMS em sua homepage, a gripe se chamará AH1N1.
“Ganhamos a batalha da informação. Agora é vencer o vírus”, informou o presidente da Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs), Pedro de Camargo Neto, que, no dia 28 de abril, endereçou ofício à diretora geral da entidade, Margaret Chan, pedindo a mudança de nome da gripe.
“Trocamos a denominação de gripe suína pela de gripe AH1N1 porque o vírus é cada vez mais humano e tem cada vez menos a ver com o animal”, explicou Dick Thomson, porta-voz da instituição. “Recebemos muitas consultas de associações de animais e produtores questionando o nome e finalmente decidimos trocá-lo”.
ABCS- “Uma grande vitória dos suinocultores de todo o mundo”. Foi com esta frase que o Presidente em exercício da Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS), Irineu Wessler, reagiu à decisão da Organização Mundial de Saúde (OMS) de mudar o nome da chamada “Gripe Suína” para “Gripe A (H1N1)”. O anúncio foi feito em caráter oficial pelo site da Organização das Nações Unidas (ONU).
Fontes do Ministério da Saúde já sinalizaram para a ABCS que o governo brasileiro deverá seguir prontamente a recomendação da OMS e destacaram que o Ministro José Gomes Temporão tem-se empenhado pessoalmente em ressaltar, diante da mídia, que o consumo da carne suína não tem qualquer tipo de relação com o vírus em questão.
Fonte: Suinocultura Industrial, Abipecs e ABCS

terça-feira, 28 de julho de 2009

Estudo aponta que Brasil é líder mundial em produtividade agropecuária

Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abatecimento
O crescimento da agropecuária brasileira, de 1975 a 2008, foi impulsionado principalmente pela produtividade. As inovações decorrentes da pesquisa foram o principal fator que contribuiu para esse resultado do setor primário e colocou o País em posição de destaque diante de competidores na produção de alimentos. As informações constam do estudo elaborado pela Assessoria de Gestão Estratégica (AGE), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA).
O Brasil está na liderança com a maior taxa de crescimento da produtividade, 3,66% ao ano. ressalta um dos autores da pesquisa, José Garcia Gasques, coordenador de Planejamento Estratégico do MAPA. A posição brasileira é seguida pela China (3,2%), Austrália (2,12%) e Estados Unidos (1,95%).